Preocupada com o meio ambiente e as futuras gerações, e a procura de uma fonte renovável de energia menos poluente e agressiva, a Sementes São Mateus saiu em busca de uma fonte de energia limpa e sustentável.

Em sua busca a empresa decidiu investir na instalação de painéis fotovoltaicos para a geração de energia solar, provando ser uma corporação empenhada em diminuir os impactos gerados por suas atividades, esse tipo de investimento reduz consideravelmente o consumo de energia elétrica e tem o retorno financeiro estimado entre 3,5 a 5 anos, porém um benefício imediato e incalculável para o meio ambiente.



 Esse tipo de geração de energia é muito usado em países desenvolvidos, a Sementes São Mateus fez sua parte, agora trabalha para divulgar os benefícios desse tipo de geração de energia. Investir na produção da própria energia e não ser refém do aumento da conta de luz vem fazendo com que milhares de pessoas no mundo inteiro busquem a opção por Energia Fotovoltaica.


O potencial para produção de energia solar no Brasil é espetacular, entretanto muito pouco explorado. O país ainda caminha a passos lentos, com o governo começando a despertar para esse novo modelo de negócio através de incentivos fiscais e financiamentos para aumentar a produção de energia solar para uso particular.

Algumas vantagens da Energia Solar:

 - Economia de até 95% na conta de luz
- Sua conta de energia livre da inflação
- Valorização imediata do imóvel
- Painéis solares tem vida útil de mais de 25 anos
- Diminuição das emissões de carbono, o Planeta e as gerações futuras agradecem
- Energia gratuita e de baixa manutenção

Crise Elétrica no Brasil

A crise de energia no país ocorreu em 2001 (O Apagão de 2001), afetando o fornecimento e distribuição de energia elétrica para todo Brasil. Entre julho de 2001 e fevereiro de 2002, foram realizados cortes (blackouts) em diversas cidades para economia de energia, causada principalmente por aumento de consumo e falta de planejamento e investimentos no setor energético Brasileiro.

Em 2015/16 o país esbarrou em outra crise, dessa vez ligada aos baixíssimos níveis dos reservatórios das hidrelétricas do país, que fez com que o governo fosse obrigado a comprar a energia mais cara produzida pelas usinas termoelétricas e, de novo, a conta vem sendo paga pelo consumidor, com o aumento médio de 50% da energia em todo país.